A AMAM - Associação dos Moradores e Amigos de Moema, tomou conhecimento do projeto para utlização dos páteos do Parque do Ibirapuera para fazer um estacionamento de veículos.
Dra. Lygia Horta, presidente da associação, redigiu uma carta, abaixo descrita, que será entregue às autoridades, visando impedir que este projeto vá adiante.
Tal fato foi comunicado ao Guia de Moema On-Line e agora passamos a dividir com vocês, paulistanos, moradores da região e frequentadores do parque, para que juntos possamos lutar para a preservação do nosso parque.
Envie por e-mail sua manifestação, ela será entregue nas mãos da dra. Lygia Horta e servirá como força importante nesta luta. Participe, não podemos deixar que este projeto vá adiante. Avise aos seus amigos e familiares para que eles também tenham a oportunidade de lutar pela única área de lazer da região e um dos poucos lugares de São Paulo, que a poluição não conseguiu acabar.

          A AMAM - Associação dos Moradores e Amigos de Moema, em nome dos moradores da região, vem à presença de V. Exa. manifestar o seu repúdio ao projeto de utilização de páteos internos do PARQUE DO IBIRAPUERA, para fins de estacionamento de veículos.
          Esses estacionamentos ocupariam áreas importantes destinadas ao lazer e a numerosas atividades dos frequentadores, principalmente das crianças. Além disso, o acesso de veículos a esses estacionamentos provocaria intenso trânsito por vias que cruzam o interior do PARQUE.
          A experiência do passado, quando os carros utilizavam os estacionamentos, já demonstrou que é uma convivência impossível e desaconselhável, pelas danosas consequências que a circulação de veículos traz aos frequentadores e às condições ambientais do PARQUE.
          O PARQUE DO IBIRAPUERA é um dos raros locais aprazíveis da nossa cidade e, portanto, deve ser protegido contra agressões que ameacem suas condições ambientais, a tranquilidade e a segurança dos seus frequentadores.
          Esperamos que esse infeliz projeto seja logo abandonado, sem necessidade de medidas judiciais, pois representa mais uma ameaça à já comprometida qualidade de vida dos paulistanos.

Atenciosamente,

AMAM